Tive um insight ontem de que talvez fosse bastante interessante escrever um livro a várias mãos contando anedotas bizarras e esquisitas que no fim das contas eram tudo autismo e sintoma de autismo e formas de se lidar com o autismo sem o diagnóstico e sem as ferramentas mais adequadas.
As mãos seriam as minhas, as da minha mãe, as da minha tia.
Seriam todas histórias nossas, pessoais, lembranças, memórias, causos de passado e de presente também.
Mas aí as relações estão tão complicadas e quebradas e tensas e fragilizadas. Não tem como produzir um projeto em conjunto.
Um comentário:
oie. muito que bem
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